Trabalho: reportagem completa (texto e fotos)
Mídia Credenciada: Rock Brigade
Bandas: The Agonist (Canadá) e Shadowside (Brasil)
Fotos cedidas para o site Hard'n Heavy
Link da matéria, com álbum completo:
http://rockbrigade.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4613:the-agonist-e-shadowside-se-apresentaram-em-sao-paulo-&catid=4:onstage&Itemid=8
http://hardandheavy.com.br/ptbr/?p=832
Mostrando postagens com marcador resenha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador resenha. Mostrar todas as postagens
sábado, 21 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
Immolation / Incantation – Hangar 110 – 08/07
Trabalho: reportagem completa (texto e fotos)
Mídia Credenciada: Hard'n Heavy
Bandas: Immolation (EUA), Incantation (EUA) e Lacerated&Carbonized (Brasil)
Link da matéria, com álbum completo:
http://hardandheavy.com.br/ptbr/?p=774
Mídia Credenciada: Hard'n Heavy
Bandas: Immolation (EUA), Incantation (EUA) e Lacerated&Carbonized (Brasil)
Link da matéria, com álbum completo:
http://hardandheavy.com.br/ptbr/?p=774
Marcadores:
Evandro Camellini,
fotos,
Hangar 110,
Hard Heavy,
Immolation,
Incantation,
Lacerated Carbonized,
resenha
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Woslom – Blackmore – 29/06
Trabalho: reportagem completa (texto e fotos)
Mídia Credenciada: Rock Brigade
Bandas: Woslom (Brasil) e convidados
Link da matéria, com álbum completo:
http://rockbrigade.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4346:show-do-woslom-em-sp-foi-quma-verdadeira-e-magnifica-celebracao-do-metal-nacionalq-&catid=4:onstage&Itemid=8
Mídia Credenciada: Rock Brigade
Bandas: Woslom (Brasil) e convidados
Link da matéria, com álbum completo:
http://rockbrigade.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4346:show-do-woslom-em-sp-foi-quma-verdadeira-e-magnifica-celebracao-do-metal-nacionalq-&catid=4:onstage&Itemid=8
Marcadores:
Blackmore,
Evandro Camellini,
fotos,
HellArise,
Red Front,
resenha,
Rock Brigade,
Woslom
domingo, 22 de abril de 2012
Exodus – Carioca Club – 22/04
Trabalho: reportagem
Mídia Credenciada: Rock Brigade
Bandas: Exodus (EUA), Claustrofobia (Brasil) e Nervosa (Brasil)
Algo precisava acontecer para salvar, de alguma forma, o final de semana mais negro da história de nosso Heavy Metal. Inserido no meio do caos injustificável que se tornou o festival MOA (Metal Open Air, em São Luiz do Maranhão), estava uma das maiores lendas do Thrash Metal mundial: o Exodus. E, tendo “sobrevivido” ao fiasco do evento onde estiveram dois dias antes, aquilo tudo parece ter feito com que eles chegassem “com sangue nos olhos” para a apresentação que presenciamos. Uma verdadeira aula de como tocar música pesada e rápida!
O Exodus teve a companhia dos brazucas da Nervosa e Claustrofobia. A Nervosa, banda de Thrash formada exclusivamente por garotas, é uma banda que vem ganhando aos poucos, porém com passos firmes, seu espaço e reconhecimento em nosso cenário. Formada por Prika Amaral (guitarra/backing vocal), Fernanda Terra (bateria) e Fernanda Lira (vocal/baixo e stand up comedy, como ela mesma se apresenta), as garotas apresentam um som vigoroso, com muita garra e personalidade. Tive a oportunidade de assistir uma apresentação delas ano passado, na Expomusic, uma espécie de pocket show. Na época elas eram um quarteto ainda, e ver apenas três no palco me fez imaginar que aquilo poderia afetar o resultado final das músicas. Mas não foi o que se viu. Pelo contrário: pude perceber uma notória evolução na execução de seu repertório, estando mais coesas e firmes. Terra estava mais exata em suas batidas, coisa que não tinha acontecido na última vez. E Fernanda Lira é realmente uma bela vocalista, em todos os sentidos. Tem um vocal bruto, agita muito sempre que possível e é bem comunicativa. Pena o público não ter respondido com todo o vigor com que tocaram. O show começou com Time of Death, e caso você não estivesse olhando para o palco, pensaria ser uma instrumental, já que o microfone de Lira, acredito, não devia estar ligado. Apenas no final da música conseguiram contornar o problema e então pudemos perceber a música por completo. O show foi curto, coisa de pouco mais de vinte minutos, mas o suficiente para mostrar serviço e chamar o público.
Na sequência veio uma banda que estava ausente de nossos palcos a um certo tempo: o Claustrofobia. Banda original da cidade de Leme (interior de São Paulo), a banda é formada por Marcus D`Angelo (vocal/guitar), Daniel Bonfogo (baixo/backing vocal), Alexandre de Orio (guitarra) e Caio D`Angelo (bateria), e vinha apresentar seu novo e devastador trabalho: Peste. Curiosamente, a última oportunidade em que os vi ao vivo foi no mesmo stand da Expomusic em que vi a Nervosa, no mesmo dia. Naquela data foram executadas algumas faixas de Peste, e já me soaram incríveis. Tendo ouvido o álbum, conhecendo as músicas, e podendo vê-los num palco real, onde puderam fazer um show, o Claustro simplesmente destruiu tudo! Com um peso e agressividade invejável, os caras foram destilando músicas do último álbum e material antigo. Preenchendo essa lacuna, citada pelo próprio Marcus no início do show, tivemos a abertura de um show que durou por volta de 45 minutos. Como não poderia ser diferente, também foram feitas referências sobre o ocorrido em SLZ, e o discurso do nosso público ser algo invejável mais uma vz se fez ouvir. O interessante é que o Claustro possui muitas faixas cantadas em português, e a iluminação do palco, quase que na totalidade do tempo, manteve a coloração das luzes baseada nas cores de nossa bandeira. Isso realmente nos fez sentir num show de Heavy Metal brasileiro, extremamente bem composto e executado! A essa altura o público já estava enlouquecendo, e as rodas já se faziam ser vistas e sentidas. Pino da Granada é uma música que merece ser ouvida, assim como Peste, que tem uma intro de bateria bem interessante. E foi nesse espírito que a banda fez um baita show, mostrando que existe muita qualidade em nosso Metal.
Por fim, o Exodus. E, para início de conversa, já ciente de tudo o que aconteceu ali, eu poderia dizer que esse foi um show do $@!&%, $#&tamente %!@#, feito por uma banda $%!!* com um repertório *&%$*!. É, fica difícil de encontrar palavras publicáveis para descrever esse show! Em uma apresentação que durou por volta de 1h40, o que o Exodus trouxe ao Carioca não foi um show, foi uma aula de Thrash Metal para ninguém botar defeito! Formada hoje por Rob Dukes (vocal), Gary Holt e Lee Altus (guitarra), Jack Gibson (baixo) e Tom Hunting (bateria), a banda tem mais de 30 anos de estrada, plenamente demonstrados na destruição que praticam no palco. Sua linha de frente, as cordas, não são caras que se destacam pela agitação. Não se vê cabeças batendo ou girando todo o tempo, assim como não se vê poses ou caretas. Mas o que eles fazem com seus respectivos instrumentos é algo fora de série! Rob é um cara carismático. Fala pouco, mas segura o público. Seus gestos acabam falando mais que suas palavras e, no momento em que disse sermos sortudos, acredito que estivesse com as imagens de sua experiência em SLZ na cabeça... O show começou com The Ballad of Leonard and Charles, seguida por Beyond the Pale, e então tivemos, através de dezesseis músicas, uma experiência de vida! Esse show em específico, a área superior dos camarotes não foi liberada para a imprensa, o que me forçou a ficar no meio da pista, literalmente do lado da roda que não cessou um só minuto! Estar ali deu outra dinâmica de percepção do show, pois enquanto minha cabeça batia o tempo todo seguindo a paulada que vinha do palco, eu podia também perceber aquela energia e calor incríveis que tomavam conta da casa. A interação público/banda era total, como poucas vezes vi. Clássicos como A Lesson in Violance e Bonded by Blood não podiam faltar. Mas foi em Strike of the Beast que o momento maior do show se fez presente. Antes da música começar realmente, Rob armou um Wall of Death. E, dentro de um ano cobrindo praticamente todos os eventos de Metal extremo (Thrash, Death, Black) que aconteceram em SP, posso afirmar que esse foi o mais insano que presenciei no tempo citado! A pista praticamente inteira abriu e se envolveu nele! Foi surreal presenciar aquilo de tão perto, e quase impossível segurar a vontade de fazer parte daquilo! Good Riddance na sequência, e o show acabava, sem bis, sem frescuras, só paulada, só destruição!
O que vale ressaltar é a reação das pessoas. A todo momento, para qualquer lado que se olhasse, era possível enxergar sorrisos largos nas pessoas. Na roda, no WoD, no bar, nos camarotes, no palco. A alegria de estar ali vivendo e fazendo aquele momento era nítida! As pessoas se esbarravam, saiam tontas da roda, eu mesmo fui empurrado e pisado várias vezes, e em todas em ouvi um “desculpa!” na sequência. Até casais enroscados, como se estivessem num show de Hard Rock, ouvindo uma balada, podiam ser vistos. Nunca antes presenciei uma “desgraceira” tão “do bem” como nesse dia. E, poder presenciar aquilo tudo, viver aquilo tudo, fazer parte desse pequeno capítulo, após ter acompanhando atentamente todos os passos do MOA, me fez voltar para casa com uma sensação de alma lavada! E que, estando nas mãos das pessoas certas, com atitudes certas, não resta dúvida que nós somos o melhor, mais intenso e incrível público existente! E este presenciou uma aula!
Set List Nervosa:
Time of Death
Invisible Oppression
Urânio em Nós
Justice Be Done
Masked Betrayer
Set List Claustrofobia:
War Stomp
Metal Maloka
Condemned
Pino da Granada
Don`t Kill the Future
Bastardos do Brasil
Thrasher
Alegoria de Sangue
Enemy
Peste
Paga Pau
Set List Exodus:
The Ballad of Leonard and Charles
Beyond the Pale
Children of Worthless God
Piranha
Brain Dead
A lesson in violance
Metal Command
Deathamphetamine
Blacklist
Fabulous Disaster
War is my Shepherd
Bonded by Blood
The Toxic Waltz
Strike of the Beast
Good Riddance
Link da matéria, com álbum completo:
http://rockbrigade.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3765:exodus-claustrofobia-e-nervosa-devastaram-o-carioca-club-em-sao-paulo-&catid=4:onstage&Itemid=8
Mídia Credenciada: Rock Brigade
Bandas: Exodus (EUA), Claustrofobia (Brasil) e Nervosa (Brasil)
Algo precisava acontecer para salvar, de alguma forma, o final de semana mais negro da história de nosso Heavy Metal. Inserido no meio do caos injustificável que se tornou o festival MOA (Metal Open Air, em São Luiz do Maranhão), estava uma das maiores lendas do Thrash Metal mundial: o Exodus. E, tendo “sobrevivido” ao fiasco do evento onde estiveram dois dias antes, aquilo tudo parece ter feito com que eles chegassem “com sangue nos olhos” para a apresentação que presenciamos. Uma verdadeira aula de como tocar música pesada e rápida!
O Exodus teve a companhia dos brazucas da Nervosa e Claustrofobia. A Nervosa, banda de Thrash formada exclusivamente por garotas, é uma banda que vem ganhando aos poucos, porém com passos firmes, seu espaço e reconhecimento em nosso cenário. Formada por Prika Amaral (guitarra/backing vocal), Fernanda Terra (bateria) e Fernanda Lira (vocal/baixo e stand up comedy, como ela mesma se apresenta), as garotas apresentam um som vigoroso, com muita garra e personalidade. Tive a oportunidade de assistir uma apresentação delas ano passado, na Expomusic, uma espécie de pocket show. Na época elas eram um quarteto ainda, e ver apenas três no palco me fez imaginar que aquilo poderia afetar o resultado final das músicas. Mas não foi o que se viu. Pelo contrário: pude perceber uma notória evolução na execução de seu repertório, estando mais coesas e firmes. Terra estava mais exata em suas batidas, coisa que não tinha acontecido na última vez. E Fernanda Lira é realmente uma bela vocalista, em todos os sentidos. Tem um vocal bruto, agita muito sempre que possível e é bem comunicativa. Pena o público não ter respondido com todo o vigor com que tocaram. O show começou com Time of Death, e caso você não estivesse olhando para o palco, pensaria ser uma instrumental, já que o microfone de Lira, acredito, não devia estar ligado. Apenas no final da música conseguiram contornar o problema e então pudemos perceber a música por completo. O show foi curto, coisa de pouco mais de vinte minutos, mas o suficiente para mostrar serviço e chamar o público.
Na sequência veio uma banda que estava ausente de nossos palcos a um certo tempo: o Claustrofobia. Banda original da cidade de Leme (interior de São Paulo), a banda é formada por Marcus D`Angelo (vocal/guitar), Daniel Bonfogo (baixo/backing vocal), Alexandre de Orio (guitarra) e Caio D`Angelo (bateria), e vinha apresentar seu novo e devastador trabalho: Peste. Curiosamente, a última oportunidade em que os vi ao vivo foi no mesmo stand da Expomusic em que vi a Nervosa, no mesmo dia. Naquela data foram executadas algumas faixas de Peste, e já me soaram incríveis. Tendo ouvido o álbum, conhecendo as músicas, e podendo vê-los num palco real, onde puderam fazer um show, o Claustro simplesmente destruiu tudo! Com um peso e agressividade invejável, os caras foram destilando músicas do último álbum e material antigo. Preenchendo essa lacuna, citada pelo próprio Marcus no início do show, tivemos a abertura de um show que durou por volta de 45 minutos. Como não poderia ser diferente, também foram feitas referências sobre o ocorrido em SLZ, e o discurso do nosso público ser algo invejável mais uma vz se fez ouvir. O interessante é que o Claustro possui muitas faixas cantadas em português, e a iluminação do palco, quase que na totalidade do tempo, manteve a coloração das luzes baseada nas cores de nossa bandeira. Isso realmente nos fez sentir num show de Heavy Metal brasileiro, extremamente bem composto e executado! A essa altura o público já estava enlouquecendo, e as rodas já se faziam ser vistas e sentidas. Pino da Granada é uma música que merece ser ouvida, assim como Peste, que tem uma intro de bateria bem interessante. E foi nesse espírito que a banda fez um baita show, mostrando que existe muita qualidade em nosso Metal.
Por fim, o Exodus. E, para início de conversa, já ciente de tudo o que aconteceu ali, eu poderia dizer que esse foi um show do $@!&%, $#&tamente %!@#, feito por uma banda $%!!* com um repertório *&%$*!. É, fica difícil de encontrar palavras publicáveis para descrever esse show! Em uma apresentação que durou por volta de 1h40, o que o Exodus trouxe ao Carioca não foi um show, foi uma aula de Thrash Metal para ninguém botar defeito! Formada hoje por Rob Dukes (vocal), Gary Holt e Lee Altus (guitarra), Jack Gibson (baixo) e Tom Hunting (bateria), a banda tem mais de 30 anos de estrada, plenamente demonstrados na destruição que praticam no palco. Sua linha de frente, as cordas, não são caras que se destacam pela agitação. Não se vê cabeças batendo ou girando todo o tempo, assim como não se vê poses ou caretas. Mas o que eles fazem com seus respectivos instrumentos é algo fora de série! Rob é um cara carismático. Fala pouco, mas segura o público. Seus gestos acabam falando mais que suas palavras e, no momento em que disse sermos sortudos, acredito que estivesse com as imagens de sua experiência em SLZ na cabeça... O show começou com The Ballad of Leonard and Charles, seguida por Beyond the Pale, e então tivemos, através de dezesseis músicas, uma experiência de vida! Esse show em específico, a área superior dos camarotes não foi liberada para a imprensa, o que me forçou a ficar no meio da pista, literalmente do lado da roda que não cessou um só minuto! Estar ali deu outra dinâmica de percepção do show, pois enquanto minha cabeça batia o tempo todo seguindo a paulada que vinha do palco, eu podia também perceber aquela energia e calor incríveis que tomavam conta da casa. A interação público/banda era total, como poucas vezes vi. Clássicos como A Lesson in Violance e Bonded by Blood não podiam faltar. Mas foi em Strike of the Beast que o momento maior do show se fez presente. Antes da música começar realmente, Rob armou um Wall of Death. E, dentro de um ano cobrindo praticamente todos os eventos de Metal extremo (Thrash, Death, Black) que aconteceram em SP, posso afirmar que esse foi o mais insano que presenciei no tempo citado! A pista praticamente inteira abriu e se envolveu nele! Foi surreal presenciar aquilo de tão perto, e quase impossível segurar a vontade de fazer parte daquilo! Good Riddance na sequência, e o show acabava, sem bis, sem frescuras, só paulada, só destruição!
O que vale ressaltar é a reação das pessoas. A todo momento, para qualquer lado que se olhasse, era possível enxergar sorrisos largos nas pessoas. Na roda, no WoD, no bar, nos camarotes, no palco. A alegria de estar ali vivendo e fazendo aquele momento era nítida! As pessoas se esbarravam, saiam tontas da roda, eu mesmo fui empurrado e pisado várias vezes, e em todas em ouvi um “desculpa!” na sequência. Até casais enroscados, como se estivessem num show de Hard Rock, ouvindo uma balada, podiam ser vistos. Nunca antes presenciei uma “desgraceira” tão “do bem” como nesse dia. E, poder presenciar aquilo tudo, viver aquilo tudo, fazer parte desse pequeno capítulo, após ter acompanhando atentamente todos os passos do MOA, me fez voltar para casa com uma sensação de alma lavada! E que, estando nas mãos das pessoas certas, com atitudes certas, não resta dúvida que nós somos o melhor, mais intenso e incrível público existente! E este presenciou uma aula!
Set List Nervosa:
Time of Death
Invisible Oppression
Urânio em Nós
Justice Be Done
Masked Betrayer
Set List Claustrofobia:
War Stomp
Metal Maloka
Condemned
Pino da Granada
Don`t Kill the Future
Bastardos do Brasil
Thrasher
Alegoria de Sangue
Enemy
Peste
Paga Pau
Set List Exodus:
The Ballad of Leonard and Charles
Beyond the Pale
Children of Worthless God
Piranha
Brain Dead
A lesson in violance
Metal Command
Deathamphetamine
Blacklist
Fabulous Disaster
War is my Shepherd
Bonded by Blood
The Toxic Waltz
Strike of the Beast
Good Riddance
Link da matéria, com álbum completo:
http://rockbrigade.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3765:exodus-claustrofobia-e-nervosa-devastaram-o-carioca-club-em-sao-paulo-&catid=4:onstage&Itemid=8
Marcadores:
Carioca Club,
Claustrofobia,
Evandro Camellini,
Exodus,
Nervosa,
resenha,
Rock Brigade
sábado, 31 de março de 2012
Lacuna Coil / Hatebreed / Lamb of God – A Seringueira – 31/03
Trabalho: cobertura fotográfica
Mídia Credenciada: Rock Brigade
Bandas: Lacuna Coil (Itália), Hatebreed (EUA) e Lamb of God (EUA)
Reportagem cedida ao site Portal do Inferno















Link da matéria, com álbum completo:
http://rockbrigade.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3578:lamb-of-god-hatebreed-e-lacuna-coil-dividem-o-palco-e-unem-o-publico-em-sp&catid=4:onstage&Itemid=8
http://www.portaldoinferno.com.br/reviews/reviews-shows/2636-lacuna-coil-hatebreed-lamb-of-god-a-seringueira-sao-paulosp.html#.Ui_hO398F3s
Mídia Credenciada: Rock Brigade
Bandas: Lacuna Coil (Itália), Hatebreed (EUA) e Lamb of God (EUA)
Reportagem cedida ao site Portal do Inferno
Link da matéria, com álbum completo:
http://rockbrigade.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3578:lamb-of-god-hatebreed-e-lacuna-coil-dividem-o-palco-e-unem-o-publico-em-sp&catid=4:onstage&Itemid=8
http://www.portaldoinferno.com.br/reviews/reviews-shows/2636-lacuna-coil-hatebreed-lamb-of-god-a-seringueira-sao-paulosp.html#.Ui_hO398F3s
Marcadores:
Evandro Camellini,
Hatebreed,
Lacuna Coil,
Lamb of God,
Portal do Inferno,
resenha,
Rock Brigade
terça-feira, 27 de março de 2012
Review CD - Heavenwood – Abyss Masterpiece
(Trabalho para o Portal do Inferno)

Quando esse trabalho chegou até a mim, veio acompanhado das seguintes palavras: “ouve essa banda, é bem legal”. Confesso não conhecia. E “bem legal” passou a ser um adjetivo infinitamente pequeno para classificar este álbum. Uma pena real esta banda ser tão pouco conhecida em nossas terras, pois seu trabalho é excelente! Este álbum despertou em mim, acredito, a vontade que toda banda deseja ao compor um novo trabalho: que este crie o interesse pelo restante de sua discografia. E, após ouvir os até então quatro álbuns lançados, posso dizer que Abbys Masterpiece traz uma evolução nítida e marcante, não só nas composições como também na produção e gravação.
O álbum traz composições recheadas de elementos, como teclados muito bem colocados, passagens épicas e clássicas, vocais guturais, limpos, masculinos e femininos. E, o mais fantástico, tudo extremamente bem colocado, sem soar exagerado ou deslocado em momento algum! Mas vamos contar como esse álbum acontece, procurando não exagerar nos elogios.
O trabalho começa com uma música que definitivamente não expressa o que virá na sequência. The Arcadia Order começa com uma introdução épica/clássica, e uma velocidade mais acelerada, fazendo até algum ouvinte mais desavisado pensar que aí estaria vindo um filhote mais lento e agradável de Rhapsody. Felizmente essa impressão acaba rapidamente, logo a 1m30s, quando a banda começa a deixar bem nítido a veia pesada e mais agressiva de suas composições, mesmo abrindo mão da velocidade para isso. Morning Glory Cloud inicia uma diminuição nítida na velocidade das composições. Cada música a seguir vem de uma forma mais cadenciada, deixando clara as influências de Doom Metal que a banda despeja nas composições. Para quem conhece a fase atual de bandas como Amorphis e Ghost Brigade entenderá exatamente o que quero expressar. Começando com um leve coral, e tendo um riff central e refrão pegajosos, o álbum começa a se firmar. Goddess Presiding Over Solitude “segura a peteca no alto”, e pede uma atenção melhor a partir de 2m42s. Grande passagem! Once a Burden leva os andamentos um pouco mais para baixo e inaugura os vocais limpos do álbum. Uma grande música! Na sequência, uma das melhores composições ouvidas nos últimos tempos: Winter Slave. Essa música me fez ter uma reação quase nula durante audições de novos álbuns: repetir uma faixa antes do fim do trabalho. Essa música carrega um clima incrível, com uma variação de temas que a faz ter uma personalidade própria dentro do trabalho. Uma música fantástica, destaque absoluto dentro desse álbum. E após isso tudo, quando seria difícil não pensar numa (leve, que seja) queda no rendimento do play, o álbum segue com Leonor, onde temos a inclusão dos vocais femininos, fazendo um contra ponto perfeito entre os guturais, em ótimas melodias vocais. Seguindo, a belíssima Poem for Matilde. Essa também, um grande destaque no trabalho, bela melodia, bela letra, grande composição. Fading Sun retoma a pegada e a agressividade, com mais um refrão que fica ecoando na cabeça após a audição. September Blood apresenta uma pegada mais melódica, e até chega a soar como várias coisas que ouvimos por aí. Sudden Scars mantém a pegada, onde o teclado manda absoluto na composição. Like Yesterday remete novamente ao clima Doom (talvez a que deixe as influências mais nítidas), joga o andamento lá embaixo, traz os vocais limpos de volta e cria um clima perfeito para a derradeira faixa, Her Lament. Com um instrumental clássico simplesmente arrebatador, essa música cria um clima lindo e perfeito para encerrar esse trabalho primoroso.
Após a audição desse álbum não me restou outra alternativa a não ser ouvi-lo novamente, e já me declarar fã. Uma obra prima, sem exageros. Composições certeiras, que não soam em nada iguais entre si, e mesmo assim carregam uma identidade coletiva. Vários artifícios sendo usados, sem se saturarem. Criações esmeradamente produzidas. Mais do que necessário, este álbum é obrigatório!
Nota: 10

Faixas:
01 – The Arcadia order
02 – Morning Glory Cloud
03 – Goddess Presiding Over Solitude
04 – Once a Burden
05 – Winter Slave
06 – Leonor
07 – Poem for matilde
08 – Fading Sun
09 – September Blood
10 – Sudden Scars
11 – Like Yesterday
12 – Her Lament

Quando esse trabalho chegou até a mim, veio acompanhado das seguintes palavras: “ouve essa banda, é bem legal”. Confesso não conhecia. E “bem legal” passou a ser um adjetivo infinitamente pequeno para classificar este álbum. Uma pena real esta banda ser tão pouco conhecida em nossas terras, pois seu trabalho é excelente! Este álbum despertou em mim, acredito, a vontade que toda banda deseja ao compor um novo trabalho: que este crie o interesse pelo restante de sua discografia. E, após ouvir os até então quatro álbuns lançados, posso dizer que Abbys Masterpiece traz uma evolução nítida e marcante, não só nas composições como também na produção e gravação.
O álbum traz composições recheadas de elementos, como teclados muito bem colocados, passagens épicas e clássicas, vocais guturais, limpos, masculinos e femininos. E, o mais fantástico, tudo extremamente bem colocado, sem soar exagerado ou deslocado em momento algum! Mas vamos contar como esse álbum acontece, procurando não exagerar nos elogios.
O trabalho começa com uma música que definitivamente não expressa o que virá na sequência. The Arcadia Order começa com uma introdução épica/clássica, e uma velocidade mais acelerada, fazendo até algum ouvinte mais desavisado pensar que aí estaria vindo um filhote mais lento e agradável de Rhapsody. Felizmente essa impressão acaba rapidamente, logo a 1m30s, quando a banda começa a deixar bem nítido a veia pesada e mais agressiva de suas composições, mesmo abrindo mão da velocidade para isso. Morning Glory Cloud inicia uma diminuição nítida na velocidade das composições. Cada música a seguir vem de uma forma mais cadenciada, deixando clara as influências de Doom Metal que a banda despeja nas composições. Para quem conhece a fase atual de bandas como Amorphis e Ghost Brigade entenderá exatamente o que quero expressar. Começando com um leve coral, e tendo um riff central e refrão pegajosos, o álbum começa a se firmar. Goddess Presiding Over Solitude “segura a peteca no alto”, e pede uma atenção melhor a partir de 2m42s. Grande passagem! Once a Burden leva os andamentos um pouco mais para baixo e inaugura os vocais limpos do álbum. Uma grande música! Na sequência, uma das melhores composições ouvidas nos últimos tempos: Winter Slave. Essa música me fez ter uma reação quase nula durante audições de novos álbuns: repetir uma faixa antes do fim do trabalho. Essa música carrega um clima incrível, com uma variação de temas que a faz ter uma personalidade própria dentro do trabalho. Uma música fantástica, destaque absoluto dentro desse álbum. E após isso tudo, quando seria difícil não pensar numa (leve, que seja) queda no rendimento do play, o álbum segue com Leonor, onde temos a inclusão dos vocais femininos, fazendo um contra ponto perfeito entre os guturais, em ótimas melodias vocais. Seguindo, a belíssima Poem for Matilde. Essa também, um grande destaque no trabalho, bela melodia, bela letra, grande composição. Fading Sun retoma a pegada e a agressividade, com mais um refrão que fica ecoando na cabeça após a audição. September Blood apresenta uma pegada mais melódica, e até chega a soar como várias coisas que ouvimos por aí. Sudden Scars mantém a pegada, onde o teclado manda absoluto na composição. Like Yesterday remete novamente ao clima Doom (talvez a que deixe as influências mais nítidas), joga o andamento lá embaixo, traz os vocais limpos de volta e cria um clima perfeito para a derradeira faixa, Her Lament. Com um instrumental clássico simplesmente arrebatador, essa música cria um clima lindo e perfeito para encerrar esse trabalho primoroso.
Após a audição desse álbum não me restou outra alternativa a não ser ouvi-lo novamente, e já me declarar fã. Uma obra prima, sem exageros. Composições certeiras, que não soam em nada iguais entre si, e mesmo assim carregam uma identidade coletiva. Vários artifícios sendo usados, sem se saturarem. Criações esmeradamente produzidas. Mais do que necessário, este álbum é obrigatório!
Nota: 10
Faixas:
01 – The Arcadia order
02 – Morning Glory Cloud
03 – Goddess Presiding Over Solitude
04 – Once a Burden
05 – Winter Slave
06 – Leonor
07 – Poem for matilde
08 – Fading Sun
09 – September Blood
10 – Sudden Scars
11 – Like Yesterday
12 – Her Lament
Marcadores:
Abyss Masterpiece,
Evandro Camellini,
Heavenwood,
Portal do Inferno,
resenha,
review
sexta-feira, 16 de março de 2012
Review CD - Lacuna Coil - Dark Adrenaline

(Trabalho para o Portal do Inferno)
Para quem acompanha a carreira dos italianos do Lacuna Coil, não é nenhuma novidade a quase obsessão que eles sempre carregaram por figurar fortemente no mercado americano. E desde o álbum Karmacode foi possível perceber que essa adaptação de mercado começava a se tornar real. A banda não perdeu a essência, ao contrário, a lapidou mais ainda. Mas já era possível perceber elementos nítidos do mercado norte americano. Isso prosseguiu pelo álbum Shallow Life e não seria lógico imaginar que essa nova característica se perdesse nesse novo trabalho.
Quando foi divulgado o título do álbum e de suas músicas, a primeira impressão é que esse trabalho viria mais denso que os outros. Até mesmo as primeiras imagens de divulgação traziam uma identificação visual mais, sendo redundante, “dark” do que nos últimos. Para os que gostam dessa nova fase, isso pode ter soado levemente assustador. Para os mais antigos, uma pergunta se um rebusque das raízes poderia estar vindo. A verdade, acredito eu, é que esse álbum foi um dos mais esperados por quem é fã da banda. Principalmente pelos fãs brasileiros, que o receberam já cientes da data de seu próximo show agendada em nossas terras.
A verdade é que o álbum traz uma banda madura em seu ápice. Composições firmes, que em nada descaracterizam a evolução nítida ouvida através dos álbuns já lançados. Como tampouco indicam uma guinada para outras vertentes. A produção está irrepreensível, todos os instrumentos nítidos e uma certa “sujeira” contribuindo para o peso das músicas. Esse trabalho começa de forma impressionante, com uma sequência inicial de três músicas simplesmente devastadoras! Trip the Darkness, Against You e Kill the Light fazem o ouvinte criar uma expectativa maravilhosa para o álbum. Na sequência temos uma das músicas com o refrão mais grudento já concebido, acompanhada daquele swing característico que Criz Mozzati coloca nas músicas. O problema é que esse refrão é tão grudento que Give me Something More acaba se tornando cansativa rapidamente. Upside Down é a nova fase do LC em essência, aquela música para ser executada ao vivo com todos cantando e pulando junto. E, ao menos para mim, a partir desse ponto o álbum apresenta uma caída no ritmo. End of Time é uma baladinha bonitinha, sem nada demais ou além do que já ouvimos em outros álbuns. I Don`t Believe in Tomorrow, Intoxicated, The Army Inside podem ser consideradas músicas menores na discografia da banda, talvez um tanto americanizadas demais. Na sequência, a maior bola fora do álbum: o cover de Losing my Religion, música original do R.E.M. Depois do incrível resultado atingido com o cover de Enjoy the Silence (originalmente gravada pelo ícone Depeche Mode), mais um cover certamente gerou ansiedade na audição. Culminado em certa decepção. Fire é uma música, digamos, comum. E My Spirit fecha o mais recente trabalho dos italianos, sem o alavancar ao calor inicial do play.
Comecei essa audição com alma de fã inveterado de LC, encontrando mágica nos primeiros momentos. E terminando apenas me perguntando quais serão as “velharias” executadas no próximo show.
Nota: 8,0

Tracklist:
Trip the Darkness
Against You
Kill the Light
Give me Something More
Upside Down
End of Time
I Don`t Believe in Tomorrow
Intoxicated
The Army Inside
Losing my Religion
Fire
My Spirit
Marcadores:
Drak Adrenaline,
Evandro Camellini,
Lacuna Coil,
Portal do Inferno,
resenha
Assinar:
Postagens (Atom)
